Campos do Jordão

quinta-feira, junho 15, 2017

























Olá Pudinzinhas e Pudinzinhos,

Hoje vim contar pra vocês um resume muito especial de uma viagem que fiz com minha família. Aliás viagem é sempre algo mágico e especial, e espero que esse relato, juntamente com os vídeos possam realmente ajudá-los a descobrir um pouquinho mais desse lugar encantador que é Campos do Jordão. Você também pode se inspirar nas dicas para preparar o roteiro da sua ida até lá.


Bom, o texto será grande, mas necessário, então irei dividir o relato em dias para facilitar a compreensão de vocês:
Dia 1:
Fomos em 4 pessoas, meu esposo, o Gih, a Kath e eu. Pegamos a estrada saindo de SP em direção a Campos. Era dia de semana, finalzinho da manhã, estrada livre, tempo agradável, tudo prometendo. Até chegarmos na serra. Que desespero! O tempo fechou, neblina, chuva, como dizem, mudou da água para o vinho em poucos minutos. Naquele momento a ideia de que tudo estava lindo e maravilhoso escorreu pelos nossos dedos como areia. Um olhou para o outro e pensamos: - Pronto estamos fadados a ficar fechados dentro do hotel. Trágico.
Mas como diz a célebre frase do filme Deus Não Está Morto: Deus é bom o tempo todo, o tempo todo Deus é bom. Gente, ao passar a serra o dia estava tão lindo quanto antes, juro que na mesma hora me veio a imagem bizarra do Serginho Mallandro olhando no fundo dos meus olhos e gritando: Háááááá Pegadinha do Todo Poderoso. Hahaha (Tô rindo mas tô pedindo perdão).  
Passado o susto chegamos ao portal da cidade, coisinha mais fofa. Claro que fiz o marido parar para registrar. Após isso seguimos e logo deparamos com uma placa: Abernéssia (guardem este nome, ele vale dim dim), como já era tarde e o check-in era após as 15hs procuramos algum lugar para comer. De relance meu marido, um “economizador nato”, avistou uma placa: Almoço à vontade por R$ 20,00 (Isso é música para os ouvidos dele haha). Chegamos a um restaurante chamado Gato Seco (guardem este nome, ele também vale dim dim). Bem, sendo honesta, chegar em um lugar novo, ir comer em um lugar desconhecido com um custo barato gera alguma dúvida quanto à qualidade e variedade. Mas gente, que feijoada gostosa, o Gato Seco é um restaurante de comida caseira, bem servida, com sabor, qualidade, variedade ok pro valor. Enfim, super recomendado. Mais adiante voltarei a falar sobre Abernéssia e Gato Seco e outras “coisitas más”, e então vocês entenderão o motivo destes lugares valerem seu precioso dim dim.  😊
Após o almoço, passamos no supermercado Pão de Açúcar que tem logo do lado do restaurante para pegar algumas coisinhas para deixar no hotel, afinal todos sabemos como são caros os produtos dos frigobares da vida.
Enfim o hotel, que aliás já tínhamos reservado anteriormente, seu nome: Hotel JB. A entrada é super bonitinha, o hotel super bem localizado, atendimento cordial, e por falar em atendimento cordial peço que vocês ao assistir aos vídeos prestem atenção ao último onde conto com detalhes do hotel e especialmente uma coisa surpreendente que o hotel fez por nós e que nos deixou super felizes e agradecidos a eles.
Após devidamente instalados pegamos algumas dicas na recepção sobre o que fazer e aonde ir, já havíamos preparado nosso roteiro mas somos da opinião que ninguém melhor do que um morador local para te dar aquelas “dicas especiais” sobre a localidade, e assim foi. Uma das dicas foi irmos o quanto antes reservar passagens para o passeio de trem que leva a outras cidades próximas, mas ao chegarmos lá infelizmente não havia mais possibilidade, então Super Dica: - Ao chegar faça isso primeiro pois pelo que vimos vale a pena o tal passeio, com uma exceção: O trenzinho que te leva somente até o portal de entrada da cidade que nada mais é do que o mesmo caminho que você fez até chegar no Capivari.
A noite fomos conhecer o Capivari, o tão famoso centro turístico da cidade. Sabem a distância que tivemos que andar do hotel até lá? Nem 5 minutinhos a pé. E aí está um graaande diferencial deste hotel que escolhemos, ter acesso a pé ao Capivari; pois se você vai de carro se prepare para dois problemas: 1) encontrar vaga. 2)os flanelinhas sempre a postos para te tirar um trocado.
O que falar do Capivari, não é a toa que é um dos locais mais procurados no inverno, é um encanto do começo ao fim, tudo muito limpo, bem iluminado, com lareiras acesas nos barzinhos e restaurantes, que aliás são lindos e chiques demais. Porém você irá pagar caro por isso, se prepare. Capivari não é pra todos os bolsos. Abaixo mostro a vocês qual foi nossa solução para isso.
Dia 2:
Por indicação seguimos logo após o farto, saboroso, variado café da manhã do hotel, incluso em nossa diária (outro diferencial) para o famoso Horto Florestal. Um lugar um pouco distante do Capivari através de uma estrada apertadinha, como a maioria lá, aonde você não pode desenvolver grande velocidade por limitação das placas de trânsito. Super Dica: Fique de olho durante o caminho no lado esquerdo (ida) em um local aberto, mas bem escondidinho, onde você pode praticar tiros de arco e flecha com instrutor e tudo, não me recordo o valor mas achei algo bem diferente.
Falando sobre o Horto. Um parque, eeee nada mais. Não sei se o fato de termos alguns parques em São Paulo impediu de nos surpreendermos com o local; é lindo, um tanto grande, porém nada tão especial, a não ser que (e lá vem o truque) você pague por atrações extras, tipo tirolesa, trenzinho, bicicleta a R$ 25,00 uma hora (meu marido quase enfartou haha) etc... Sinceramente achei um tanto chato isso uma vez que você já paga mais de R$ 10,00 por pessoa + R$ 6,00 do carro para poder entrar no Horto. Mas enfim, lá estávamos e curtimos bastante. Tiramos muitas fotos, visitamos o orquidário, o playground e caminhamos bastante. Ah, existem muitas trilhas, tentamos fazer uma sem sucesso mas finalizamos a visita com outra. Explico tudo para vocês direitinho no vídeo. Agora pra finalizar esta parte com chave de ouro vou falar um pouquinho sobre o Restaurante Dona Chica, gente que restaurante é esse? Rústico, ambiente agradável, com uma comida DELICIOSA, preço justo, um capricho e um carinho sensacionais. Super indico a todos. Abaixo deixo fotos do cardápio, dos pratos e do local para vocês.
Mas Ju vou ter que pagar essa grana se eu quiser só ir almoçar no Dona Chica, ou tem outro jeito? A resposta deixei nos vídeos para vocês 😉
Após estarmos “mortos de cansaço” pela caminhada da trilha, com direito a ponte pênsil e tudo, voltamos ao hotel. Banhos devidamente tomados, roupinhas limpinhas (de frio pois esqueci de mencionar que pegamos média de 9° nas noites lá) partimos para o Capivari para vislumbrar novamente o quão fofo e lindo é aquele lugar. Precisávamos recarregar as baterias e havíamos lido sobre um restaurante “oriental” (serve comida japonesa e chinesa) chamado Niji, e fomos conhecer.
Até mudei de parágrafo porque este lugar merece um especial só pra ele. É um restaurante escondidinho numa sobreloja bem no coração do Capivari, deu até um certo trabalho para achar, inclusive passamos na porta duas vezes sem ver haha, na verdade achávamos que ele seria “na rua” como os outros. Enfim, subimos as escadas e surpresaaaa o restaurante estava vazio. A atendente muito solicita nos recebeu e ia nos encaminhando para uma mesa quando o próprio Sr. Niji veio ao nosso encontro e sugeriu num português um tanto duvidoso rsrs que nos sentássemos bem pertinho da lareira. Aceitamos a sugestão e para nossa surpresa enquanto olhávamos o cardápio ele se preocupou em colocar mais lenha na lareira para que nos sentíssemos mais aquecidos, ele foi um fofo gente. Pedidos feitos ele retorna com as toalhinhas aquecidas para que higienizássemos as mãos, tudo de forma oriental com muita calma e cuidado. Tá mas e a comida? F A N T Á S T I C A é a melhor definição que poderia dar para vocês, as fotos e o vídeo falam por si. Um yakissoba que serve facilmente duas pessoas, uma missoshiru com tofu sensacional. Tá Ju então deixa eu ver se entendi: Um restaurante desses, com uma comida dessas, no coração do Capivari, deve ser uma fortuna certo? Erradíssimo, o yakissoba por exemplo custa cerca de R$ 40,00 e como mencionei serve duas pessoas. Super Dica: Visite o Niji.
Final do segundo dia, hora de descansar. Ah, mencionei que o hotel faz serviço de quarto todo dia? Outro diferencial 😉
Dia 3:
Café tomado, todo mundo pronto, hora de passear. Mas pra onde?  É impossível ir em Campos e não ouvir falar do teleférico, que fica também no Capivari e é uma das atrações mais visitadas durante o dia. Poucos minutos de caminhada e chegamos, ao lado esquerdo um lago com pedalinhos, atrás de nós muitas lojinhas de lembranças, roupas, toucas, luvas e afins. Em nossa frente o teleférico. Chegando mais próximo é fácil entender o porque de ser tão falado. Ele te leva ao topo do morro do elefante, que comentarei logo abaixo, em uma subida até que íngreme e muito provavelmente muito prazerosa. Como assim muito provavelmente Ju?  Bem, antes que perguntem eu lhes respondo, tivemos um pequeno problema técnico: Crianças abaixo de 10 não são mais permitidas . Quando fizemos nossas pesquisas tínhamos visto que crianças poderiam ir acompanhadas dos pais, porém por questão de segurança (segundo o funcionário) impuseram essa proibição. E como somos “um por todos e todos por um” ninguém foi.
Mas isso não impediu de apreciarmos e muito menos de subirmos até o morro do elefante. Um local muito lindo com um mirante de onde é possível ver se não toda, uma boa parte da cidade, com atenção especial ao Capivari que ali de cima parece tããão pequenininho e charmoso.  Além disso no morro existe o Parque dos Elefantes, um local legal para crianças onde eles possuem réplicas de animais em tamanho original com plaquinhas explicando sobre cada um, um local legal para fotos também. A entrada é gratuita maaaas cuidado, logo na entrada as meninas da recepção pedem “gentilmente” que você se sente em um banquinho e tiram uma foto; advinha quem estará na saída te esperando para vender um chaveiro com sua foto pelo preço de comprar duas dúzias de chaveiro em outro lugar?  Vocês já responderam, acredito.
Findo o passeio era hora do almoço. Voltar ao Capivari para almoçar? Hummm não, não e não. Não dá para deixar um fígado a cada refeição, ainda mais para quatro pessoas. Então o que fazer?  Lembram-se que disse lá em cima que explicaria como a Abernéssia poderia te valer dim dim? Pois bem é isso mesmo. Lá é o local ideal para você fazer refeições caso queira economizar por um simples motivo: É lá que os moradores da cidade frequentam, compram, pagam contas, fazem serviços bancários e etc. Ou seja, lá não terá o glamour do Capivari e nem os preços absurdos. E voltamos aonde? Lembram-se que falei que o Gato Seco poderia lhes valer dim dim? Bingo! Voltamos ao bom e barato Gato Seco para o almoço. Vou explicar uma coisa, somos uma família comum, sem grandes recursos e que curte se divertir. Por tal motivo preferimos deixar o glamour apenas para as noites e investir menos grana para um almoço mais generoso e reforçado para aguentar o pique do dia a dia. Sei que tem pessoas de mais posses que podem pagar valores maiores por refeições sem apertar no orçamento, mas nós ainda não estamos neste patamar hahaha.
Well, após o almoço que por sinal estava tão bom quanto da primeira vez fomos embora, mas não sem antes reparar em um aviso que dizia que a noite teria música ao vivo e o restaurante passava a servir espetinhos e pizza. Voltamos a noite para conferir, mas isso direi já já, pois primeiro preciso comentar de nossa ida ao Pico do Itapeva.
Na volta para o hotel meu marido subitamente vira uma rua sem dizer nada. Estranhamos e logo ele explicou: - Vi uma placa mostrando o Pico do Itapeva, vamos lá ver.
E fomos, uns bons minutos de subida e muitas curvas. Mas um visual deslumbrante. Hotéis de alto padrão que mais parecem castelos (fotos abaixo). Não consegui fotos melhores pois infelizmente a rua é de apenas uma faixa e não tinha como estacionar. No pico outra visão linda, mas desta vez não da cidade e sim de da imensidão de montanhas que cercam a mesma. Deslumbrante, porém o frio estava na mesma intensidade. Mal conseguíamos falar após alguns minutos e logo tivemos que descer. Vocês irão perceber isso no vídeo que fiz lá em cima.
De volta ao hotel para um breve descanso, banho, roupas de frio e lá vamos nós para o Gato Seco, porém para a sessão noturna.
Lareira acesa, algumas mesas ocupadas e o cantor mandando super bem na MPB, a pizza deliciosa e o espetinho também, porém dessa vez uma reclamação; a bebida demorava horrores para vir, e entre uma pizza e outra também esperávamos bons minutos o que deixava a todos de certa forma impacientes. Não sei se foi algo isolado daquele dia ou se ocorre com frequência, só voltando outra vez para saber. Se você já foi por favor conte nos comentários sua opinião.

Hora de descansar, friozinho gostoso, ar condicionado no quaero, 02 edredons para cada cama e bons sonhos para todos.

Dia 4:
Neste dia estávamos cansados, acabamos por ficar um pouco mais no hotel e voltamos à Abernéssia mas desta vez para comprar algumas coisinhas. Super Dica: Para compras evite o Capivari. Na Abernéssia você terá preços mais justos para os mesmos produtos ou até melhores.
Voltamos ao hotel para deixar as coisinhas que compramos e fomos andar pelo Capivari, mas desta vez de dia para ver o que rolava por lá. Muitas lojas que estão fechadas no período da noite obviamente estavam abertas e pudemos ver a parte comercial do centrinho. Realmente a melhor decisão foi ir à Abernéssia hahaha. Mas se procurar bem você até consegue achar coisas legais com preços justos, mas tem que procurar bem mesmo viu. A fome apertou e pensar em  voltar à Abernéssia deu uma certa preguiça, imagina aonde pensamos em ir? Sr. Niji é claro, mas para nossa decepção estava fechado Então nas andanças descobrimos algo muito bom, o restaurante  Kilo Certo, R$ 49,90 o kilo no coração do Capivari, um buffet self-service super bem servido. E foi ali que almoçamos sem nenhum pingo de remorso. Comida quentinha e saborosa por um preço super justo e bem pago.
Praticamente em frente ficam os também famosos trenzinhos, que na verdade não são trens mas sim um tipo de bondinho colorido e que te leva para um passeio pela cidade. Compramos nossas passagens e aguardamos o próximo.
Lotado o bondinho começou a viagem, um guia super animado (um garoto na verdade) começa o texto memorizado, que acredito eu, ele deva repetir dezenas de vezes por semana mostrando todas as belezas de Campos, as casas de pessoas famosas, um campo de futebol suspenso, explicações sobre as árvores da região, sobre a pureza do ar e etc... Durante a viagem o bondinho para na cachoeira Ducha de Prata por uns 10 minutinhos para que você possa apreciar a paisagem ou até mesmo comprar algum penduricalho nas lojinhas que lá existem. Não achei tanta graça e logo fomos embora. Antes da parada final ainda há a visitação à uma loja de chocolates, queijos, vinhos, licores e afins para degustação e OBVIAMENTE tentativa de venda de seus produtos, acabamos comprando algumas coisas e na volta ao bondinho a simpatia do guia cobrou o seu preço, ele sutilmente faz uma piada e passa uma sacolinha plástica pedindo “ajuda” e confesso que demos pois o menino trabalha super bem e merece.
Hora de voltar ao hotel para a rotina diária e após isso saída para o jantar. Dessa vez estávamos sem tanta fome pois almoçamos tarde e comemos algumas “besteirinhas” da loja de chocolates. Optamos então pela Pizza Quadrada à qual tínhamos lido recomendações. Massa grossa, recheio simples, preço justo, nada formidável em minha opinião.
Após isso deixamos o Gih com a Kath no hotel e eu e o marido nos demos o direito de uma noite mais “romântica” a dois.
Escolhemos um barzinho super fofo chamado Vemaguet 67, um bar temático em homenagem a este carro (que confesso não faço a mínima ideia de qual seja rsrs). Mas o importante era o bar em si, com seus aquecedores a mil para espantar um pouquinho do frio, música ao vivo (gente advinha quem estava tocando? O mesmo cantor que no dia anterior estava no Gato Seco hahaha, baita coincidência hein). Pedimos um vinho e uma porção de iscas de peixe que é divina, aliás nada ali foi ruim, nem o preço que pensamos que seria alto. A porção muito é bem servida, valeu cada minuto e centavo. A noite foi mágica.
Dia 5:
Dia de ir embora, o coração partido em saber que seriam os últimos minutos. Fomos até a feirinha das malhas ao lado da estação, mas não compramos nada, foi apenas para conhecer mesmo. Hora de se dedicar às últimas fotos no Capivari. O check-out era ao meio dia então não tivemos muito tempo.
Tudo finalizado, pé na estrada e hora de voltar à vida normal. Ah, uma passadinha na Vista Chinesa para mais algumas fotos e minutos de reflexão para processar tanta coisa boa que aconteceu e voltamos à viagem.
É isso pessoal, há algumas considerações importantes a fazer antes de me despedir de vocês. A primeira é que estou escrevendo este post um ano após a viagem, e as sensações, emoções e lembranças estão tão fortes quanto nos dias que as vivemos, essa é a maior prova de que uma viagem valeu a pena e foi tão boa quanto poderia ser. Então se você tem dúvidas quanto ir ou não, deixo um MEGA CONSELHO: Vá, vá e vá.
A segunda é que fomos na última semana antes da entrada da “alta temporada”, então pegamos preço de baixa com temperatura de alta. Isso nos ajudou a economizar bastante. Digo isso pois se vocês forem em alta temporada  provavelmente os valores que vocês acharão não serão os mesmos ok.
Espero que tenham gostado, obrigado pela paciência em ler o textão, mas achei importante fazer assim para conseguir mostrar com detalhes tudo o que vivemos lá e assim tentar ajudar vocês leitores e leitoras queridas.
Beijinhos de luz a todos. E voltem sempre ao blog 😊  Aguardo seus comentários e dúvidas ok.
Seguem os vídeos que fiz com muito carinho para vcs =*







Link para os vídeos da série "Descobrindo Campos do Jordão"

1- https://youtu.be/0wbi9gPY8bA
2- https://youtu.be/VSbtq1Qm4lQ
3- https://youtu.be/OmzMfcq6cug
4- https://youtu.be/nvECKGIPcNI


Seguem as fotos dos cardápios e alguns extras *.*




























































♥ para melhor qualidade, assista aos vídeos em HD ♥

Assista aos outros vídeos da série "Descobrindo Campos do Jordão"

Descobrindo Campos do Jordão 

----------------------------------------­----------------------------------------­---------------------------
Link do Post: http://www.julianasalinas.com.br/2017/06/campos-do-jordao.html


Link dos outros vídeos da série:

PARTE 1: https://youtu.be/0wbi9gPY8bA
PARTE 2: https://youtu.be/VSbtq1Qm4lQ
PARTE 3: https://youtu.be/OmzMfcq6cug
PARTE 4: https://youtu.be/nvECKGIPcNI

Você me encontra aqui \/

Blog: http://www.julianasalinas.com.br/

Instagram: @jujusalinas / www.instagram.com/jujusalinas

Snapchat: jujusalinas

Facebook: https://www.facebook.com/jujusalinas

Twitter: @juliana_salinas

EMAIL PARA CONTATO: dicasdajusalinas@gmail.com

-----------------------------------------------------------------------------------------------



Referências: Campos do Jordão, campos do jordao, capivari, badenbaden, pico do itapeva, campos, jordão, Campos Do Jordão (Administrative Division), morro do elefante, teleférico, festival de inverno, inverno, guia de viagem, viagem, viagens, dicas de viagem, o que fazer em campos, o que fazer em campos do jordão, Campos Do Jordão (City/Town/Village), frio, chocolate quente, vila capivari, montanhas, europa brasileira, viagem para campos do jordão, horto florestal, gastando pouco em campos, viagem barata para campos do jordão, viajar para campos gastando pouco, dicas sobre campos do jordão, roadtrip, viajando para campos, conhecendo o horto florestal, horto florestal campos do jordão, desvendando campos do jordão, descobrindo campos do jordão, viagem romantica, viagem em familia, viagem barata

You Might Also Like

0 comentários

Obrigado por comentar =* beijinhos

Curta a Fanpage

Twitter